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Carroças podem ser proibidas em Porto Alegre. Do que os catadores vão viver?

por Setor de Comunicação MNCR publicado 03/03/2017 12h30, última modificação 03/03/2017 12h36
Mobilização pela defesa das catadoras e catadores de materiais recicláveis.

Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, vai na contramão do Brasil e da sua própria história ao querer proibir a circulação dos catadores e catadoras de materiais recicláveis na realização da coleta seletiva a partir do dia 10 de março, data em que termina o prazo de 8 anos para que a categoria pudesse se adequar a outra atividades por meio de capacitação e oportunidades oferecidas pela Prefeitura. No entanto, passado o prazo, pouco foi feito para garantir a inclusão social desses trabalhadores.

Mesmo realizando um serviço reconhecido pela sociedade e pelas leis de resíduos (PNRS* e PNSB*) a cidade de Porto Alegre faz a opção pela exclusão da categoria, desta forma optando pelas privatizações e contratos milionários com empresas privadas para a realização da coleta seletiva.

Queremos a ampliação do prazo desta lei de proibição de circulação de carroças e carrinhos em paralelo ao início das contratações das cooperativas de catadores para a realização da coleta seletiva solidária, desta forma, gradativamente ir incluindo os catadores individuais na coleta seletiva.

São mais de 6 mil catadores e catadoras que realizam a coleta seletiva na cidade, utilizando seus carrinhos e carroças, muitos nem este equipamento possuem.

Não concordamos com esta forma de coleta, onde os catadores são perseguidos e não valorizados, queremos e desejamos que sejam contratados, conforme as leis de resíduos e tenham tecnologias para ampliar sua coleta e renda de forma coletiva como carrinhos elétricos, caminhões e as cooperativas autogestionadas por catadores e catadoras.

Ao mesmo passo em que caminha perseguindo a categoria que trabalha nas ruas, as cooperativas de catadores da cidade, que recebem a coleta seletiva estão sendo obrigadas a diminuir a quantidade de catadores, porque a prefeitura não consegue garantir minimamente a reposição de materiais recicláveis neste falido modelo de coleta seletiva excludente com mais de 60% de rejeitos.

 

Coleta Seletiva Solidária Já!

Não a Exclusão das catadoras e Catadores de Materiais Recicláveis.

 

Aprovada a retirada em até 8 anos de catadores das ruas de POA

 

Entenda a luta (vídeo de 2008):

 

 

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