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Catadores protestam e prestam solidariedade a ocupação da Câmara de Vereadores de São Paulo

por Setor de Comunicação MNCR publicado 14/08/2017 12h59, última modificação 14/08/2017 12h59
Ato na Funasa garantiu prazo de 30 dias dias para liberação de equipamentos

Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis de diversas regiões do país realizaram no dia 11 de agosto de manifestação na sede da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) no centro da cidade de São Paulo para formalizar um pedido de reunião e entrega de carta com reivindicações da categoria. No dia anterior os representantes do MNCR conseguiram estabelecer dialogo com os dirigentes da Funasa em Brasília por meio de uma reunião a distância. Nela foram apresentadas reivindicações para que fossem liberados recursos de projetos já aprovados para aquisição de equipamentos e infraestrutura para cooperativas e associações de Catadores em todo o Brasil. A categoria espera a 3 anos a liberação dos equipamentos.

Na reunião foi acordado o compromisso de que os recursos possam ser liberados no prazo de 30 dias para os empreendimentos que já tem toda a documentação em dia e que nesse prazo seja estudado pela equipe da Funasa ações para permitir os outros empreendimento que ainda têm pendencias que acessem os equipamentos.

No ato em frente a Funasa em São Paulo os representantes que participaram da reunião comunicaram o acordo aos demais Catadores, depois protocolaram o documento no órgão.

A passeata saiu então em marcha pelas ruas de São Paulo para apoiar a ocupação que acontecia na Câmara Municipal de São Paulo. Os Catadores de São Paulo estão em luta contra a venda de imóveis públicos pelo Prefeito João Dória que pretender aprovar um projeto lei que dá carta branca para que seja vendido todas os terrenos ou construções públicas, assim como viadutos onde diversas cooperativas utilizaram hoje para o trabalho.

“Nós Catadores e Catadoras estamos aqui para dizer que também estamos nessa luta. Queremos direito a moradia e direito de ir a voltar. Não queremos que São Paulo esteja à venda. A cidade é de todos nós”, declarou Eduardo Ferreira de Paulo no alto do carro de som para militantes do movimento estudantil, servidores municipais e movimentos de moradia que ocuparam conjuntamente a Câmara contra a lei de privatizações e o fim do passe-livre estudantil.


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