O ato está sendo convocado por:
Movimento Nacional da População de Rua, Movimento Estadual da População de Rua, Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis, Fórum das Organizações que Trabalham com a População em Situação de Rua, Sefras, Rede Rua, Fórum Centro Vivo, Fórum de Debates sobre a População em Situação de Rua, Organização de Auxilio Fraterno, Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos, Programa Agente na Rua, GARMIC, CEDISP, União dos Movimentos de Moradia de São Paulo, Marcha Mundial de Mulheres, Executiva Municipal do PSOL, Ação da Cidadania, LAC Travessia, Centro Comunitário São Martinho de Lima, Fórum das Pastorais Sociais da Arquidiocese de São Paulo, Pastoral do Povo da Rua, Pastoral do Menor, Pastoral da Moradia, Cáritas Diocesana de São Paulo.

A carta do Fórum Centro Vivo para a Folha teve o apoio do Movimento Nacional da População em Situação de Rua (MNPR); do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR); do Movimento Moradia do Centro (MMC); da Central de Movimentos Populares (CMP); do Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos; da Organização de Auxílio Fraterno (OAF); do Serviço Franciscano de Solidariedade (SEFRAS); do Laboratório de Habitação e Assentamentos Humanos da FAUUSP; da Assessoria Técnica Usina; da Associação de Moradores e Amigos da Vila Itororó (AMAVILA); do CMI São Paulo; do Movimento Passe Livre (MPL); da Associação de Favelas de São José dos Campos; do Grupo Risco; do P.I - política do impossível; e do Comitê pela Educação e Democratização da Informática - São Paulo (CEDISP); além de apoios individuais de urbanistas, sociólogos, artistas, advogados e moradores do Centro.

Fonte: CMI - SP